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| Em passos firmes, vou indo rumo a diversidade e aos desafios... |
A arte é dos grandes, a arte modifica. Meu dia começou cedo até demais. Levantei da cama exatamente às 06:40 hs da manhã, dei uma olhadinha nas mensagens de Facebook, porém uma expectativa incomum celebrava dentro de mim a confiança de que o primeiro teste do profissionalizante de teatro desse tudo certo. Foi saboroso, o contato com o ambiente, tive oportunidade de fazer a prova dentro do grande teatro, sentado como expectador, momento único que jamais voltará. Pensei em chegar mais cedo, mas num foi possível. Corri as sete províncias até chegar no recinto artístico, pensei até que num iam me deixar entrar! A minha sorte foi a passeata da terceira idade que não estava no protocolo do dia. Esse álibi sem duvida soou convincente pra toda aquela equipe que ministrara as atividades. Ainda bem que num estive sozinho nessa, eu mais umas 6 pessoas estavam na mesma situação. Bastou uma assinatura, pra conseguir o consentimento de sentar naquelas cadeiras de honra. Meus concorrentes assim como eu tinham um brilho surreal nos olhos, nutriam com certeza a imaginação diante daquela parafernália toda, enfim são dadas o início da prova. Juliana Barreto, atriz e diretora do CEFAR, começa a proclamar o sentido de todos nós ali dentro. Era o momento da viagem e segundo as tuas palavras sábias: "é um processo muito lindo". De fato, os conhecimentos aplicados na prova me deu a convicção de que passei, estou pronto pra minha segunda etapa. Hoje pude aprender uma série de coisas, com a leitura de dois textos bem complexos, bem típico da arte humana e complexa. Fui colocado frente a literatura e a dramaturgia, os dois mecanismos artísticos importantes na construção dos passos de uma transformação social persuasiva a com certeza perene, nunca morre. Edson Cruz na participação do artigo de Patrícia dizia: "a obra reúne as minhas experiências mais particulares, um emaranhado de histórias que contribuíram pra construção dos conceitos da poesia, foi feito no corpo a corpo" diz. Quanto ao dramaturgo Geraldo Otaviano, há uma década tenta inusitar o público com a iniciativa de explorar cenários totalmente diferentes do usual, ou seja quebrar protocolos. Ao colocar os artistas frente a interpretação debaixo d'água. Achei fantástico a ideia, seria uma verdadeira revolução uma coisa assim...
Quando me deparei com o contato com esse mundo tão diverso e dinâmico, refleti sobre várias coisas que me constitui nesse mundo meramente humano, até usei a expressão "mundão de meu Deus"....kkkk. Fiquei tão entretido com a prova, que quando olhei no relógio eram exatamente 11:15 hs. Resolvi concretizar o que tinha produzido, então, ainda bem que os passos foram dados firmemente. Tempo necessários pra preencher o gabarito, e assim sair porta à fora, cruzar cenários autênticos do grande teatro tomando as dependências do parque municipal, enfim a Afonso Pena. Fui andando, andando pela avenida, buscando um ponto de ônibus, correndo atrás do segundo round desse dia tão preenchido. Tava parecendo rico, na correria...rsrs. Assim segui pra UFMG! Hora do curso de Inglês com o professor Vidal. A mas que manjar dos deuses, muitas coisas foram trabalhadas e dicas a colocar em prática. O negócio é que enrolei bastante a língua, cultura de gigantes. A cada sábado que vou pra lá, mas tenho vontade de está lá. Sem querer é o meu lugar. Alias querendo também, sou da filosofia de que "Querer é poder!" Me vejo naquelas dependências com uma suma tranquilidade, mas pude também refletir enquanto eu chegava, sobre a intelectualidade e o humano. Graças as palavras de um amigo: "As vezes precisamos abrir mão da intelectualidade, pra nos jogar no cerne humano". É isso mesmo, buscar o conhecimento pode ser uma fonte de cruzamento das trevas, só não acontece quando a humildade fala mais alto dentro do coração do ser humano. Eu estava cruzando da FACE, quando cheguei a conclusão de que: "Quanto mais conhecimento o ser humano tem, quando mal administrado ele se torna arrogante". É uma pena, mas é a pura verdade, num adianta fugir desse paradoxo...
Ah Mina Louvre, parece que você estava do outro lado da rua, quando eu pensava sobre o assunto. Você deveria está do meu lado, muita coisa, fala sobre você mesma. Eu te vi cruzando as dependências daquela universidade, no entanto a deixei livre pra decidir. O bom é que ficou a paisana acompanhando todos os movimentos. Enquanto estava na sala de aula, ahh Mina tenho quase certeza de que ficou perambulando ali dentro em busca de alguma coisa, e quando sai pra ir embora, você tomou o rumo junto comigo. Nos próximos sábados, quero a ti mais ao meu lado...olha olha hein! Não vai se rebelar?E no teatro, será que inspirou a Juliana falar aquelas palavras? Pois ela falou de um modo muito particular, que mexeu no meu sentimento. O que tanto reserva pra mim? kkkk

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