Apesar da consciência longe, o Blog ainda continua vivo dentro de mim. Esse veículo de comunicação, sem dúvida é de extrema importância na minha jornada existencial. Desde janeiro não posto coisa alguma. Será por quê? De lá pra cá vivenciei tanta coisa, que meu raciocínio esquemático num dá conta de expor tudo o que passei na íntegra. Porém Mina Louvre merece, as inteiras satisfações de minha parte. Afinal de contas, assumi o compromisso de mostrar tudo aquilo que soa importante pra mim e claro meus leitores! 2012 já está acontecendo, numa velocidade monstruosa. Várias propostas, oportunidades caminham velozmente esperando o cavalo selado passar. Mas ficar parado vai adiantar? Eis a questão que num pode ser esquecida e nem dada como muda. Graças ao bom Deus, tenho tido uma excelente evolução profissional, cada dia é um novo rumo de aprendizados inesperados, tô amando cada vez mais essa arte de escrever, embora não obstante, num tenho feito nada nessas últimas semanas pra aprimorar a técnica. Mesmo assim, dentro de mim arde o fogo do desconhecido, que move a caminhada da iluminação e do sucesso. Tenho planos concisos pra essa jornada, um deles é terminar de escrever o meu roteiro de: Faça de Mim. Engraçado que ontem mesmo tava assistindo ao DVD do Aguinaldo Silva, e ele dizia: "O roteirista precisa ter a noção de que a realidade é a essência de fabulosas criações, mas que a ficção entra como chave decisiva pra não só incrementar o trabalho, mas também pra rechear esse gênero de coisa interessantes que encham os olhos das pessoas". É mais ou menos por aí, o caminho...
Existencialmente ando muito bem, obrigado! Não posso reclamar das várias chances que tenho tido nessa lida complexa. A roda da vida, pra quem não toma os devidos cuidados pode se tornar uma prisão monótona sem direção. O medo, a insegurança ganham espaços cada vez mais amplos dentro de cada ser. O receio pra mim já tá se tornando algo natural, e controlável. Antigamente vivia, naquela tosca visão de que nada dava certo, hoje ao 22 vejo tudo de uma maneira tão diferente. Será por quê, mais uma vez...Ainda é um desafio pra mim, o medo do desconhecido, do que vai acontecer daqui a 5 minutos. Tão ingrato, e ao mesmo tempo essencial pra não deixar ninguém parado, muito pelo contrário, pensando. A arte do subjetivo, aflora na medida em que as notícias da existência ganha cores e formas. O dia após dia, abre espaço pra que a gente consiga se defender dos leões que andam soltos na "selva" social. Um amigo disse pra mim outro dia, a achei extremamente interessante: "Todos os dias, temos que matar um leão! A gente precisa aprender a sobreviver!". É verdade, o ser humano que se rende a sobrevivência e não manipula de maneiras adequadas, fica sempre a margem dos leões que nos perseguem...
Por outro lado, a maturidade fica cada vez maldosa. Nesse mundão de meu Deus num adianta viver a carochinha, quem dera se pelo menos pudéssemos sentir as emoções delas. Quem dera se as conversas de que viemos da cegonha, de que papai noel e coelhinho da páscoa existe fossem verdade. Pelo menos a inocência e a simplicidade da confiança das pessoas seriam mais valorizadas. Hoje no entanto, assuntos como mortes, violência, drogas são o auge de qualquer discussão. A nossa cultura em diversos aspectos ficou tão atrasada...cadê o espaço que os valores deveriam ocupar em nossos corações? Fica a dica: escrever é aliviar sentimentos, criar histórias é contribuir com as suas marcas pessoais na construção de uma "selva" mais convivente, pois até aquela em, que vive os animais tem seus valores e o mais importante: ética. Olhem só, os animais estão na nossa frente...