quinta-feira, 30 de junho de 2011

[<| Dossiê Violência |>]

Uma márcara, por detrás um rosto! Só o vínculo sagrado, é capaz
     Os ditos enconrajados (os chamados traficantes), expõe com frieza a suma imparcialidade ao sair dominando as ruas com sua petulância. Ora lá! Para quê colocar-se a prova como carniças de cemitério na mão desses abutres perversos? De modo generalizado, o pensamento de um fraco é esquivar-se do cúmulo da aceitação de que não se deve render atoa...não consigo entender, como alguém rebaixa pra uma arma, pra um Bordeline Social, pra uma ameaça sem fim. Pobres diabos! Tão dotados de dons valiosos, porém encontram na pressão de uma futilidade cotidiana subsídios despreparados para o real desafio que implica ser forte.
   Poderia destacar alguns notáveis personagens desta triste devassidão, não a sexual mas a moral. Porém do mesmo jeito prefiro optar em nem sequer tratá-los deles aqui! É incabível valorizar quem destruiu, quem dominou exterminou inocentes...prefiro citar no auge deste post, algo estarrecedor no caso o processo de crucificação de Jesus, pelo menos assim podemos tirar a verdadeira essência humana, a pureza de um homem jogado a mercê de sanguinários Romanos e mesmo assim o seu propósito de Amor continuou como a brancura do algodão..Mina Louvre, deve está se remexendo, numa reflexão próxima a minha, confesso: amargurado, revoltado, com tamanha impunidade. O ser humano nem está preparado para viver a punidade quanto mais a consequência de não fazer o mal.
    O cruzamento inseguro nas ruas, trâmita horror e purulência. As expressões horríveis no rosto das pessoas comprovam o fato. Mas que desumanidade! Não adianta fazr apologia contra o Amor, apesar de tudo sempre continuarás existindo...creio que caminhando passo-a-passo neste caminho liberto, é bom se deixar levar pela atmosfera propícia em meio ao caos tenebroso. Num outro post editado recentemente, falava da polêmica de uma fobivência que interfere no âmago da plena variável imperfeita a qual dará essência ao mistério humano, desvendável aos olhos de Deus. Fácil é apontar uma arma para o alto disparando insatisfações, revoltas mal administradas! Difícil é apontar os braços para o alto pedindo, a liberdade, uma mudança de vida que nos propõe quem está acima do céu.
    Infelizmente deparei-me na íntegra, com mais um desses ataques animalísticos contra pessoas que não tem nada haver com as insanidades desses abutres...de repente eles acham bonito, a sensação de por exemplo ver as pessoas se curvando no chão, protegendo-se, defendendo a vida, ou melhor ainda: dentro do espetáculo que nutre suas congeladas emoções deliciarem-se com essas mães de família batalhadoras, passando mal dentro de coletivos com fobia de perderem a existência. Meus caros leitores, me pergunto e quero deixar a questão à vocês: É bom mesmos deliciar-se com a desgraça alheia? Ou será que é mais uma dessas brincadeirinhas horripilantes de faz de conta, sem fim?...

terça-feira, 28 de junho de 2011

A Fobia de Viver / Fobivência!

   Ou melhor dizendo, um ato incalculado, de muitas variações e incertezas. Uma espécie de projeto inacabado fadado a controlar ações humanas. Diria complicado tratar sem esclarecimento, uma indagação que surge no íntimo de cada um. É de pronto, dotar-se de uma noção que incapacita seus escolhidos.
Fobivência, eis a prova viva de um cárcere devastador
   O que fará Mina Louvre, perante esta dúvida exarcerbada? Como avaliar as diversidades, cujas naturezas possuem semelhança? Creio que é dizer: "Que tal lutar contra um domínio interior, destruidor de sonhos?" Essas varejeiras, têm seus frutos e adeptos numa corrida mórbida sem fim!...o ser humano, de modo geral satura a mente com preceitos tão insignificantes onde volta e meia é pegá-los distraidamente, arremessando-os com a cara contra parede...assim acordarão de um susto volátil, predestinado a um fim! Caso isso não aconteça, preparemo-nos para o pior e devastador de todos os monstros psicológicos existentes. Precisamos partir de um ressonar altivo, com a capacidade de penetrar no mais profundo de nossas mentes! Trazendo à tona, leveza magnífica de que um vasto problema se resolvera.
  Tenho ficado apreensivo, com alguns desígnios de Deus perguntando-me onde de fato devo atuar? Até onde ir?...o humanismo tem sua fortalezas, porém são cheios também de íngremes astúcias. A propósito por falar em astúcia é o que justamente se permite, está ausente, isolado de seu mundo vivendo-se de meras ilusões...uma vez que deveria nortear decisões, trazer encanto, veracidade ao sentido de existir! Afinal, o que vem a ser existir?...anormal seria partir de um ponto no qual se limitasse somente na ação humana, não? É algo que exige muito mais, como se fosse resgatar uma agulha no palheiro...a verdade é clara e sofrida, estamos solto numa liberdade de ir em vir. Mas onde vamos parar caso nossas aspirações sejam mal administradas? E o que fazer com a fobia?Ou melhor, Fobivência? É mais cômodo tratá-la comumente? Ou será que existe tempo em rever, conspirar aversativamente nisso?
   A única coisa que posso dizer com sinceridade é quem resolve suas injúrias, somos nós mesmos! E claro sem julgar... pois no julgamento, o viver adere diversas configurações obscuras, a ponto de deixá-nos cego, praticamente sem rumo...

domingo, 26 de junho de 2011

Sobre o que falar, hein?

Este é o cenário de um ser humano quando não pensa em liberdade
   Abertura para que um bom começo, seja traçado! Ao léu de uma sociedade cheia de seus conflitos armados, sua bandeiras hasteadas...para que consumir em guerra? As marchas estão aí dia-a-dia defendendo seus preceitos uma verdadeira loucura de identidade, afinal cada um defendendo a sua! Agora e a defesa pelo dom da vida? Onde está? Nunca vi uma república como essa, doente encharcada de cânceres mal tratados, e ainda assim continua vivendo em meio a tanta futilidade...Bem, já são 01:20 am de 25/06/11, de banho tomado após ter saído de um banho intelectual, vou dormir apesar de tudo feliz. Ao ler uma matéria da conceitualíssima VEJA, pude recomeçar à acreditar de que há no escuro sempre uma luz, por menor que seja! É como se fosse uma ribalta craquelada pouco reluzente, embora mesmo assim deixa as pessoas cientes de sua existência...
   A juventude sempre quiz mostrar sua cara, porém a falta de motivação, barravam-nos de constatar o tamanho de seus poderes a transformação de uma civilização (valendo lembrar que somos de natureza laica, onde não somos impedidos nem em gênero, número e grau pra vivenciar tais poderes). Nem sei se devo a partir do comentário entre parênteses tratar o Brasil como uma civilização, embora às vezes alimento a sensação de que somos livre! Pois na verdade somos escravos, ratos de Skinner, emoldurados, que pena...aff*. É funesto, como o velório, onde nesta situação ali são evidenciados aspectos que jamais se repetirão, no caso a ausência eterna de um ente querido! Será que nossas sociedade num é também um ente que precisa de nós? Ou será que estamos enterrando nossas origens, assumindo assim outros modelos, configurações impróprias para nossa realidade? Doloroso é reconhecer isso, mas uma boa parte dos anos dourados de quem vive no século XXI estão se posicionando como críticos ferozes, de sede e fome em devorar uma causa digerindo boas idéias, produzindo férteis sementes! Diria que estão de alma lavada, assumindo tal missão...o resultado de todo esse processo leva tempo.
    Portanto jovens de iniciativa e coragem tomem cuidado! São tantos fundamentalistas de meia tigela tentando atacar com o seu conservadorismo chulo nossa diversidade! Sinceramente me coloco no lugar de todos nós como brasileiros e me pergunto, muitas vezes, é típico isso: Onde vamos parar?...A batalha é árdua e geme por pessoas instruídas que de fato valorizem a sociedade como ela é, orgulhando-se no futuro ao perceber sua transformação...


OBS: escrevi este post, em #25/06 às 01:20am, editado em 26/06...

Que bicho é esse?

Este é o meu EU subjetivo