Aquela história de quem batalha sempre alcança, é ainda a filosofia mais atual em meio ao contemporâneo. Tem gente que já padeceu na crença de que nem sequer existe. São os famosos mortos vivos que transitam por aí, sociedade à fora. Quando a insegurança ameaça tomar a nossa racionalidade,é implacável seus feitos, tais que ainda ninguém conseguiu desvendar o por quê isso ocorre. Preferem ficar naquela antiga teoria que cada pessoa reage de um jeito, explicação plausível dada pela nossa ciência complexa chamada:psicologia. Mas graças ao bom Deus, já existem seres frente ao seu tempo, que contestam e arrebatam qualquer perspectiva, esses mesmos infelizmente são julgados por um bando de alienados que continuam a martelar no mesmo ponto. É a situação dos que trabalham nas grandes obras, e se deixaram prender pela perfeição que por exemplo um prego deve ser colocado. Tamanha ignorância, devemos procurar ser adeptos dos novos desafios, novas formas práticas de colocar em prática alguma coisa que até então demonstra-se absoleta demais pro nossos gostos...essa semana tive a opotunidade de ler um artigo crítico na revista Veja, da saudosa Lya Luft, cuja temática nos inquieta por séculos à fio. Tudo isso é fruto de uma educação mal introduzida no cerne da sociedade. Talvés justifique o por que existe tantas pessoas mediocres, ignorantes, centradas, de espírito inovador, já que os efeitos da formação perduram por uma existência inteira. O interessante é que a autora ressaltava a questão do analfabetismo. Imaginamos as palavras, associamos as letras que aprendemos nos primeiros anos do pré-primário, a leitura das imagens infantis, os textos com letras garrafais para que a interpretação deste fosse mais fácil. Não somente! Seguindo os escritos, até pensei que fosse sobre esse campo que estava sendo discutido. Porém ela foi mais além do que imaginava. Magistralmente discursou a trajetória do analfabetismo nas questões mais emergentes da vida, por exemplo a interpretação de quando ocorre a indecisão, a interpretação das configurações dos tipos de decisões que devemos nos posicionar. A falta de preparo pra encarar os enormes bichos papão que assolam nossa psique. O ato de simplemente ler e escrever, é tão pobre tendo em vista a imensidão da caminhada humana no cosmos. No início, argumento a filosofia do quem batalha alcança, e continuo persistindo que ela nunca foi e vai ser tão atual nessa sociedade cheias e buracos a serem tapados e as lacunas ainda a serem preenchidas. Para todos os lados, essa onda vem cada vez mais avassaladora, descrebilizando o poder, reduzindo a inteligência humana de repente numa semente cujos frutos se voltam mais para um passado remoto do que pra um futuro promissor. Um pensamento coletivo de regressão...
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| Escrever a própria trajetória: atitude de coragem.... |
Penso que a regressão é a tomada de decisão de quem já desistiu das suas amarras vitais. São aquelas pessoas que perderam o controle e si, do espírito, da alma. São os caranguejos sociais, só andam pra trás, nem pensam mais em possibilidadese sim em confomismo e sofrimento. A Lya é uma mulher letrada que consegue expressar com uma evolução o futuro da nossa espécie, sobretudo chama a atenção do mundo inteiro pra que despertem pra mesma profundidade de reflexão, da qual consegui compreender e agora tô compatilhando com meus leitores. Os caminhos de agora em diante, são bem tortuosos. Só a injeção de fé, que moverá céus e terras. Pela manhã no Facebook, postei uma reflexão, fruto da minha imaginação sobre a questão: analfabetismo existencial.
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| Alienação destrói vidas, sabedoria dos fracassados |


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