domingo, 10 de julho de 2011

O que uma piscina, um sítio e algumas pessoas podem fazer?

As faces todas reunidas, se complementam no final das contas..
     Das poucas vezes que li sobre à fábula da convivência, algo me chama a atenção sobre diversas coisas, que traduzidas pra nós seres humanos falhos quase ao extremo, uma imensidão de significados! Pude passar neste sábado uma bela experiência da qual indico a você meus leitores: convidado por um amigo a passar o dia num sítio com seus alunos...todos alegres, unidos, confraternizando o final de um semestre! Andava em volta da piscina, a refletir sobre uma infinidades de coisas relacionadas a minha vida, tal qual o momento vivenciado na íntegra. Fiz uma projeção legal dos fatos programados, uma espécie de objetivos a curto, médio e longo prazo...andava também acometido por uma onda festiva, eletrizante...meus amigos por perto, e o sondável sentimento de mais uma história pra contar. Desde que mundo é mundo ninguém vive sozinho, precisamos está propensos e disponíveis a libertar-se dos preconceitos que assolam nossas mentes, afim de aceitar o próximo como o outro de uma grande valiosidade da existência! Ali pude observar a presença, o espírito fraterno com uma qualidade exorbitante! Usei a palavra, exatamente pra enfatizar a tamanha plenitude de significados que me permitiu experimentar.
    Sem dúvida viver só, é uma solidão filha de puta, que mata qualquer subjetividade. Creio que ninguém deve está disposto a perder sua alegria em troca de nada...até por dinheiro, não trocam assim fácil fácill, embora existam pessoas que ainda sujeitem a optar por tal alternativa. Vivendo e aprendendo, sentindo a canção da alma falar mais alto dentro de nós, movendo ao desbravamento das solicitudes travadas e ao mesmo tempo descobertas pra quem assumiu mais cedo o compromisso de se permitir. Uma das maiores afeições da vida, é justamente ter como contar com alguém precioso, integro, persistente na queda! A queda da qual me refiro é aquela que autoriza levantar, aquela empreendedora de ensinamento...vamos nos dar a mão , afim de deixar a mãe dos valores embriagar-nos de plenas expectativas momentâneas marcantes!?
    Eita nóiisssss, avançados numa inteligência incomum que trata nosso corações com sensibilidade como uma miudeza. Catando nossos cacos emocionais, arranjando uma escultura traduzindo a preponderância de quem somos. Na verdade são os avatares representantes das infinidades em valores, atitudes, sabedoria, das almas. E no caso das perdidas ao relento, é duramente triste presenciar o fruto delineador da qual as constituiram com o tempo...pra essas pessoas a vida é ingrata, sem significados um detalhe, ou melhor vários detalhes perdidos na devastação intelectual de suas imperfeições.Imaginem só: imperfeitos de natureza, errantes por necessidade, avaliadores por questões de sobrevivência, e será que encaixaria no cardápio subjetivo, a ascensão ao fracasso da felicidade? O que depender de mim, jamais......
    Portanto lançar-se de um levantamento das amizades que temos, é uma prática permanente indutora da formulação das leis que movem-nos na linha do trem da vida, o trem de alegria ou da angústia! saber onde recorrer é a segurança de que o mundo procura, pra lançar-se de suas intrigas injustas...todos lutando por uma mesma causa, valorizando cada momento, cada aurora, cada luar, cada um. Senão relativizar, racionalizar é a oportunidade dos fracos fazerem a festa...tenham dó nehhhhhhh.....

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