terça-feira, 28 de junho de 2011

A Fobia de Viver / Fobivência!

   Ou melhor dizendo, um ato incalculado, de muitas variações e incertezas. Uma espécie de projeto inacabado fadado a controlar ações humanas. Diria complicado tratar sem esclarecimento, uma indagação que surge no íntimo de cada um. É de pronto, dotar-se de uma noção que incapacita seus escolhidos.
Fobivência, eis a prova viva de um cárcere devastador
   O que fará Mina Louvre, perante esta dúvida exarcerbada? Como avaliar as diversidades, cujas naturezas possuem semelhança? Creio que é dizer: "Que tal lutar contra um domínio interior, destruidor de sonhos?" Essas varejeiras, têm seus frutos e adeptos numa corrida mórbida sem fim!...o ser humano, de modo geral satura a mente com preceitos tão insignificantes onde volta e meia é pegá-los distraidamente, arremessando-os com a cara contra parede...assim acordarão de um susto volátil, predestinado a um fim! Caso isso não aconteça, preparemo-nos para o pior e devastador de todos os monstros psicológicos existentes. Precisamos partir de um ressonar altivo, com a capacidade de penetrar no mais profundo de nossas mentes! Trazendo à tona, leveza magnífica de que um vasto problema se resolvera.
  Tenho ficado apreensivo, com alguns desígnios de Deus perguntando-me onde de fato devo atuar? Até onde ir?...o humanismo tem sua fortalezas, porém são cheios também de íngremes astúcias. A propósito por falar em astúcia é o que justamente se permite, está ausente, isolado de seu mundo vivendo-se de meras ilusões...uma vez que deveria nortear decisões, trazer encanto, veracidade ao sentido de existir! Afinal, o que vem a ser existir?...anormal seria partir de um ponto no qual se limitasse somente na ação humana, não? É algo que exige muito mais, como se fosse resgatar uma agulha no palheiro...a verdade é clara e sofrida, estamos solto numa liberdade de ir em vir. Mas onde vamos parar caso nossas aspirações sejam mal administradas? E o que fazer com a fobia?Ou melhor, Fobivência? É mais cômodo tratá-la comumente? Ou será que existe tempo em rever, conspirar aversativamente nisso?
   A única coisa que posso dizer com sinceridade é quem resolve suas injúrias, somos nós mesmos! E claro sem julgar... pois no julgamento, o viver adere diversas configurações obscuras, a ponto de deixá-nos cego, praticamente sem rumo...

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